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fulano de tal
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I Jornada Internacional de Poesia Visual
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01:06:15
Recital de Poesía Experimental - III Jornada Internacional de Poesía Visual
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01:29:06
Homenaje a Clemente Padín - III Jornada Internacional de Poesía Visual
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05:28:18
III Jornada Internacional de Poesía Visual - Día 5
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52:50
Homenaje a Omar Aramayo - III Jornada Internacional de Poesía Visual
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41:03
Presentación: La escala de Rolando Apolo - III Jornada Internacional de Poesía Visual
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04:49:07
III Jornada Internacional de Poesía Visual - Día 4
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01:30:03
Homenaje a Horacio Warpola - III Jornada Internacional de Poesía Visual
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07:10:17
III Jornada Internacional de Poesía Visual - Día 3
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01:43:56
La Poesía Experimental en el Perú - III Jornada Internacional de Poesía Visual
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05:23:12
III Jornada Internacional de Poesía Visual - Día 2
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01:24:35
SIGNO/TERRITORIO. ANTOLOGÍA MEXICANA DE POESÍA VISUAL - III Jornada Internacional de Poesía Visual
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06:24:15
III Jornada Internacional de Poesía Visual - Día 1
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09:35
Rodolfo Mata
II Jornada Internacional de Poesia Visual: do corpo do signo ao Cyber Céu | 27.11 a 02.12 de 2023 1- O que significa ser um poeta experimental nos dias de hoje? 2- Do ponto de vista da crítica, e também da recepção, ainda há uma compreensão limitada sobre a prática poética de linha experimental/visual? Se sim, poderia apontar algumas causas ou hipóteses? 3- Dado o caráter intersemiótico da poesia experimental, acredita que ainda assim é possível delimitar uma fronteira da poesia experimental com relação a outras artes? _ Rodolfo Mata Estudou engenharia industrial no Instituto Tecnológico y de Estudios Superiores de Monterrey e letras hispânicas na Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM). Mestre em Integração da América Latina e doutor em Literatura Latino-Americana. É pesquisador no Centro de Estudios Literarios e professor da pós-graduação em letras e em estudos latino-americanos da UNAM. É autor dos livros de poesia Ventana de vísperas (1989), Parajes y paralajes (1998), Temporal (2008), Qué decir (2011), Nuestro nombre (2015), Doble naturaleza (2015), e dos poemas eletrônicos Silencio vacío e Pronombres. Traduziu e prefaciou autores brasileiros, como Haroldo de Campos, Paulo Leminski, Sebastião Uchoa Leite, Rubem Fonseca, Dalton Trevisan e Antonio Candido. É coautor das antologias Ensayistas brasileños: literatura, cultura y sociedad (2005) e Alguna poesía brasileña 1963-2007 (2009). Mantém os sites José Juan Tablada: letra e imagen, Qué decir e, com Diego Bonilla, BioElectricDot .
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05:55
Preto Matheus e Miguel Javaral
II Jornada Internacional de Poesia Visual: do corpo do signo ao Cyber Céu | 27.11 a 02.12 de 2023 1- O que significa ser um poeta experimental nos dias de hoje? 2- Do ponto de vista da crítica, e também da recepção, ainda há uma compreensão limitada sobre a prática poética de linha experimental/visual? Se sim, poderia apontar algumas causas ou hipóteses? 3- Dado o caráter intersemiótico da poesia experimental, acredita que ainda assim é possível delimitar uma fronteira da poesia experimental com relação a outras artes? _ Preto Matheus é poeta, artista plástico, grafiteiro e designer. Miguel Javaral é poeta, músico, professor e pesquisador. Em conjunto desenvolvem a SQN Biblioteca, editora especializada em publicações experimentais, ativa em Belo Horizonte desde 2018.
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Guillermo Daghero
II Jornada Internacional de Poesia Visual: do corpo do signo ao Cyber Céu | 27.11 a 02.12 de 2023 1- O que significa ser um poeta experimental nos dias de hoje? 2- Do ponto de vista da crítica, e também da recepção, ainda há uma compreensão limitada sobre a prática poética de linha experimental/visual? Se sim, poderia apontar algumas causas ou hipóteses? 3- Dado o caráter intersemiótico da poesia experimental, acredita que ainda assim é possível delimitar uma fronteira da poesia experimental com relação a outras artes? _ Guillermo Daghero Nace en Oliva, Córdoba, Argentina en 1967. Poeta, artista y curador. Desde fines de los 90 ha publicado poesía y ha participado de la red de arte-correo y mail-art con poesía experimental, mientras que gran parte de su hacer poético se materializa en lecturas/ediciones, ediciones de autor, no-libros, poemcollages, afiches A3 y otros formatos (dagherotypes, desplegables aerotransportables, etc ). Desde el 2000 co-dirije junto al editor francés Florent Fajole la colección dispositif éditorial (proyecto consistente en realizar intervenciones editoriales). Ha realizado y realiza curadurías en arte contemporáneo generalmente ligadas al terreno de los textos visuales y trabaja en relación a la producción artística (escrituras y dibujos) en instituciones psiquiátricas. Desde el año 2014 es artista del proyecto de arte contemporáneo de la Fundación El Gran Vidrio, Cba, Arg.__ https://elgranvidrio.com
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04:58
Claudio Mangifesta
II Jornada Internacional de Poesia Visual: do corpo do signo ao Cyber Céu | 27.11 a 02.12 de 2023 1- O que significa ser um poeta experimental nos dias de hoje? 2- Do ponto de vista da crítica, e também da recepção, ainda há uma compreensão limitada sobre a prática poética de linha experimental/visual? Se sim, poderia apontar algumas causas ou hipóteses? 3- Dado o caráter intersemiótico da poesia experimental, acredita que ainda assim é possível delimitar uma fronteira da poesia experimental com relação a outras artes? _ Claudio Mangifesta (Buenos Aires, 1956) é psicólogo (UNLP), psicanalista, poeta visual e experimental. Autor de vários livros e organizador de antologias como Traços da Poesia Visual Argentina (junto com Juan C. Romero e Hilda Paz) e XyzA-Cdef (de poesia visual argentina e catalã, junto com Josep Calleja). Convocador e organizador da "Exposição Internacional de Poesia Visual e Experimental" em suas três edições (2015, 2017 e 2019), no Espacio Cero (EMBA), em Buenos Aires. Recebeu vários prêmios e distinções.
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Arthur Lungov
II Jornada Internacional de Poesia Visual: do corpo do signo ao Cyber Céu | 27.11 a 02.12 de 2023 1- O que significa ser um poeta experimental nos dias de hoje? 2- Do ponto de vista da crítica, e também da recepção, ainda há uma compreensão limitada sobre a prática poética de linha experimental/visual? Se sim, poderia apontar algumas causas ou hipóteses? 3- Dado o caráter intersemiótico da poesia experimental, acredita que ainda assim é possível delimitar uma fronteira da poesia experimental com relação a outras artes? _ Arthur Lungov (1996) é poeta e tradutor, autor da plaquete Totem (doublet :: dialética) (Primata, 2023). Seu livro re-Caramuru (inédito) recebeu menção honrosa no Projeto Nascente USP 2021. Como tradutor, publicou Botões tenros (Jabuticaba, 2022), tradução dos Tender buttons de Gertrude Stein.
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Angela Quinto
II Jornada Internacional de Poesia Visual: do corpo do signo ao Cyber Céu | 27.11 a 02.12 de 2023 1- O que significa ser um poeta experimental nos dias de hoje? 2- Do ponto de vista da crítica, e também da recepção, ainda há uma compreensão limitada sobre a prática poética de linha experimental/visual? Se sim, poderia apontar algumas causas ou hipóteses? 3- Dado o caráter intersemiótico da poesia experimental, acredita que ainda assim é possível delimitar uma fronteira da poesia experimental com relação a outras artes? _ Angela Quinto nasceu e vive em São Paulo. É artista caminhante, transita entre poesia, artes visuais, performance e psicoterapia. Pós-graduação em Caminhada como Método de Educação e Arte. É autora de A linha entre o chumbo e a flor (2015), Fosse porque Fosse (2022), Livru pru kupi’i cumê (2022), Tocandira Trancelim (2023). Coautora de Ebolição (2023). Seus poemas estão na revista Txon-Poesia de Cabo Verde, Escamandro, Circuladô, Ruído Manifesto, Suplemento Paulicéia da Biblioteca Mário de Andrade. Participou das exposições Derivações (2016) e Travessias assimétricas: escrita e movimento (2018), I Jornada Internacional de Poesia Visual (2022), da performance Ver o poema desmontado (2022) e da Mostra de Poesia Cinética e Cinema Experimental na Cinemateca do MAM – RJ (2023)
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13:44
Ana Cristina Joaquim
II Jornada Internacional de Poesia Visual: do corpo do signo ao Cyber Céu | 27.11 a 02.12 de 2023 1- O que significa ser um poeta experimental nos dias de hoje? 2- Do ponto de vista da crítica, e também da recepção, ainda há uma compreensão limitada sobre a prática poética de linha experimental/visual? Se sim, poderia apontar algumas causas ou hipóteses? 3- Dado o caráter intersemiótico da poesia experimental, acredita que ainda assim é possível delimitar uma fronteira da poesia experimental com relação a outras artes? _ Ana Cristina Joaquim é formada em Letras e Filosofia (USP, 2008; USJT, 2007). Mestre em História da Filosofia pela UNICAMP (2011) e Doutora em Literatura Portuguesa pela USP (2016). Desenvolveu projeto de Pós-Doutorado no Departamento de Teoria Literária da UNICAMP (2018-2021), com estágio na Universidade do Porto (2019). Foi Professora Adjunta do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Universidade Federal Fluminense entre novembro de 2021 e julho de 2022. Publicou, como poeta, As Três Portas de Chantal Akerman (Revista Rosa, 2022: https://revistarosa.com/5/as-tres-portas-de-chantal-akerman ); Whatsapp p/ bitches (Lisboa: Poesia Incompleta e Douda Correria, 2021); Gama Cromática (à maneira de Peter Greenaway) (São Paulo: Córrego, 2015); em parceria com António Vicente Seraphim Pietroforte, Polifemo (São Paulo: Córrego, 2014); além de poemas esparsos em revistas nacionais e internacionais. Contato: wiquen@gmail.com.
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Adolfo Montejo Navas
II Jornada Internacional de Poesia Visual: do corpo do signo ao Cyber Céu | 27.11 a 02.12 de 2023 1- O que significa ser um poeta experimental nos dias de hoje? 2- Do ponto de vista da crítica, e também da recepção, ainda há uma compreensão limitada sobre a prática poética de linha experimental/visual? Se sim, poderia apontar algumas causas ou hipóteses? 3- Dado o caráter intersemiótico da poesia experimental, acredita que ainda assim é possível delimitar uma fronteira da poesia experimental com relação a outras artes? _ Adolfo Montejo Navas poeta, artista visual, crítico e curador independente. De Madrid (1954), mora em Brasil há 29 anos. Como autor, tem publicado livros sobre Anna Bella Geiger, Regina Silveira, Iberê Camargo, Paulo Bruscky, Ana Vitória Mussi, Miguel Rio Branco e o ensaio Fotografia e poesia (afinidades eletivas), entre outros diversos. Tem diversa obra editada como poeta, aforista e tradutor de poesia (Armando Freitas Filho, Sebastião Uchoa Leite, Carlos Drummond de Andrade e Waly Salomão. Suas últimas exposições individuais foram Poemática (Centro Hélio Oiticica, Rio, 2018) e Menu (Paço Imperial, Rio, 2021) e as edições: 40 na quarentena, (plataforma issu, 2019), 3 Decálogos e meio de palavras inúteis e 4 Decálogos de palavras em voga (Galileu Edições, 2021). Seu campo preferencial versa sobre a fotografia, a cultura da imagem, a poesia ampliada e a relação imagem/texto, com destaque para a poesia visual/ contraescritura, com numerosa produção, livros de artista, edições, palestras, colaborações, catálogos e curadorias.
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05:02
Almandrade
II Jornada Internacional de Poesia Visual: do corpo do signo ao Cyber Céu | 27.11 a 02.12 de 2023 1- O que significa ser um poeta experimental nos dias de hoje? 2- Do ponto de vista da crítica, e também da recepção, ainda há uma compreensão limitada sobre a prática poética de linha experimental/visual? Se sim, poderia apontar algumas causas ou hipóteses? 3- Dado o caráter intersemiótico da poesia experimental, acredita que ainda assim é possível delimitar uma fronteira da poesia experimental com relação a outras artes? _ Almandrade Artista plástico, arquiteto, mestre em desenho urbano, poeta e professor de teoria da arte das oficinas de arte do Museu de Arte Moderna da Bahia. Recebeu vários prêmios, como projetos de arte MAM-Ba, em 1981 e 1982, e prêmio Copene, em 1997. Publicou os seguintes livros: O Sacrifício do Sentido, Obscuridades do Riso, Poemas, Suor Noturno, Arquitetura de Algodão (poesia reunida). Desde 1972 participa do circuito nacional e internacional de mail art e poesia visual. Realizou cerca de quarenta exposições individuais entre 1975 e 2020 e tem participado das principais feiras de arte do País e exterior. Em 1997 participou da antologia international poetry review. Possui trabalhos em vários acervos particulares e públicos. Tem textos publicados em vários jornais e revistas especializados sobre arte, arquitetura e urbanismo.
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04:48:30
II Jornada Internacional de Poesia Visual e III Colóquio Caminhos Contemporâneos da Semiótica Visual
Transmissão da abertura da II Jornada Internacional de Poesia Visual: Do Corpo do Signo ao Cyber Céu & III Colóquio Caminhos Contemporâneos da Semiótica Visual. 23.11.23, das 14h às 19h Universidade Federal Fluminense, Campus Gragoatá Instituto de Letras – Sala 406 – Bloco A Mesa 01: 14h Juliana Di Fiori Pondian (UFF): Poesia de fim de século: um olhar para a história (da crise) do verso Gustavo de Castro (UNESP): A identidade da mulher escritora vista através de retratos: contribuições de uma semiótica da circulação — Mesa 02: 15h30 Regina de Souza Gomes (UFRJ): Poesia digital, sincretismo e expressividade Luiz Guilherme Ribeiro Barbosa (UFRJ): Poesia neoconcreta na vertigem do movimento — Mesa 03: 17h00 Luiz Guilherme Vergara (UFF): Pragmatismo Utópico - Labor Têxtil da Natureza Lúcida Lucia Teixeira (UFF | UERJ): Ritmos visuais na paisagem urbana Para mais informações: https://www.gps-unesp.com.br/eventos/ https://www.jornadadepoesiavisual.com/
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Transmissão ao vivo de Jornada Internacional de Poesia Visual
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05:18
HOMENAGEM A GUILLAUME APOLLINAIRE!
Em 9 de novembro de 2021 completaram-se 103 anos da morte de Guillaume Apollinaire, o poeta-inventor do caligrama, uma forma de poesia visual que influenciou todos os movimentos literários subsequentes ao longo do século XX. A data é celebrada anualmente em diversos eventos realizados pela Associação Internacional de Amigos de Guillaume Apollinaire (AIAGA), com sede em Stavelot, na Bélgica. Um desses eventos é a reunião de membros da Associação em torno do túmulo do poeta, no cemitério Père Lachaise, em Paris. Em 2021, os participantes gravaram este vídeo da celebração especialmente para a I Jornada Internacional de Poesia Visual. O vídeo foi exibido no evento junto com a leitura de um texto de Claude Debon enviado para a Jornada, disponível aqui.
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01:48:13
Homenagem a E. M. De Melo e Castro e Laís Reis
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01:29:40
Programação extra: Lançamento de livros + performance de encerramento
Livros lançados no Jardim da Casa da Rosas: EQUILÍBRIO INSTÁVEL, 2018, de Luiz Weesman. WLLA Editor MESMO MESMO, 2019, de Roberto Keppler. Chiado Books MANUSCORTE, 2019, de Sylvia Amélia. Edição de artista; distribuição: Editora Impressões de Minas QUEM LEU LEU, 2021, de Preto Matheus. DESVIAÇÕES – POESIA, 2021, de Marcelo Tápia. Editora Olavobrás ESCRITOS DE LISBOA: NOTAS E REFLEXÕES SOBRE A POESIA EXPERIMENTAL PORTUGUESA, DE PAR COM O QUE ACONTECIA NO BRASIL, de Omar Khouri. Espaço Líquido Editora & Nomuque edições, 2021. + Performance eletroacústica com Delmo Montenegro, Paulo Bruscky, Yuri Bruscky e Henrique Correia.
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01:12:26
Programação extra: lançamento de "CONCRETE POETRY: A 21ST-CENTURY ANTHOLOGY", de Nancy Perloff
CONCRETE POETRY: A 21ST-CENTURY ANTHOLOGY, 2021 The University of Chicago Press, por Nancy Perloff Poesia Concreta: Uma Antologia do século XXI é a primeira visão geral da poesia concreta em muitos anos. Seletiva mas abrangente, esta antologia reavalia o movimento, destacando suas obras mais influentes. O livro inclui exemplos dos pouco conhecidos concretistas japoneses e do grupo Wiener Gruppe – que, juntamente com o poeta brasileiro Augusto de Campos e o poeta escocês Ian Hamilton Finlay, se envolveram com as mais sutis possibilidades da linguagem – ao mesmo tempo em que também incorpora poemas-chave de Eugen Gomringer, Dieter Roth, Henri Chopin e outros, incluindo contribuições contemporâneas de Cia Rinne e Susan Howe. + Comunicações em vídeo: Processo heurístico acontecimental ou pesquisa a la Proust [conselhos de quem vive (da pesquisa) no caos. Carú Biasuz (BRA) Transcriação de estruturas a partir do poema "MENSAGEM" de José Lino Grünewald. Joachim Emídio (BRA)
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02:01:16
Programação extra: Conferência de Jessé Diama e Werewere Liking
L’éternelle Reine de Werewere Liking entre texte et image : réflexion sur la poésie visuelle en contexte négro-africain, com Jessé Diama (CIV) e tradução de Juliana Pondian.
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02:09:47
MESA 30 | ARQUIVOS E HISTÓRIA // FILES AND HISTORY
Breve histórico sobre poema visual: memória e conservação Hugo Pontes (BRA) Arquivo Décio Pignatari Maria Adelaide Pontes (BRA) artistas poetas editores Amir Brito Cadôr (BRA) Mediação: Julio Mendonça
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01:22:06
MESA 29 | Comunicações
Poesia e Antipoesia: crise e expansão Alex Hamburger (BRA) Verbequívocovisual Diego Sampaio Dias, Gabriel Kerhart, Victor Scatolin Serra (BRA) Quando a página não basta: a inespecificidade dos meios no campo expandido da poesia Rita Balduino (BRA) Coordenação: Felipe Paros
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